Mechania
Diário de Paul Wheelwright
Este foi um dia atípico, BEM atípico.
Quando acordei Lavínia já havia saído para seu estranho projeto com a Rainha
Amaryllis Prescott. Em cima da minha escrivaninha havia um bombom com um
bilhetinho com sorrisos. “te encontro mais tarde”. Levantei-me enchi minha
fornalha para deixar o corpo funcionando me vesti e fui para o pátio.
Encontrei Buregard e o garoto
novo, Hugh Kettel. O filho de Jair saiu bem seu pai, já tem varias ideias para
as Docas. E agora discutia com Buregard
a compra de metais para o mesmo.
Verifiquei as guarnições do reino e fui para o salão encontrei Amaryllis
assustada, Lavínia a Amparava e os Magisters estavam em guarda.
Fantasmas!
Fantasmas estavam atacando os territórios alem
reinos. Mas o pior fantasma bateu a nossa porta. THANATOS, surgido sei lá de
que canto de Ohalas Thanatos bateu nossa porta em busca de escolta. Enviamos
alguns soldados como escolta para o mesmo, mas eles foram emboscados.
Com muita luta eles conseguiram
levar Thanatos para o ponto de extração. Entretanto Alguns membros foram
feridos. Não houve tempo de pensar, eu e kaito saímos correndo em socorro. Eu distrai
o monstro enquanto Kaito socorria Wilkins.
Minha
surpresa quando cai em uma armadilha de Betelia e o fantasma me pegou e me
desacordou....
Acordei
algum tempo depois em instalações betelianas. Eu era um refém. Kisso e Chronos
estavam lá também, mas não eram reféns. E após algumas ameaças e discussões
vendi o corpo de dois mechanianos pela minha liberdade. Lembrar de preparar os
defuntos amanhã.
Peguei
a estrada dos machados caídos e consegui me sair bem escondendo e fugindo de
fantasmas até avistar os portões de Mechania. Ali as coisas estavam pretas
Haviam diversos fantasmas rondando Mechania a espreita de quem colocasse os pés
para fora.
No Alto
das muralhas Lavínia me viu escondido entre as arvores. Ela chamou buregard e
trocamos sinais ele me indicou uma das muitas passagens secretas que temos na
muralha. Ele correu abri-la e eu corri em direção enquanto a armada Mechaniana
atirava nos fantasmas afastando-os das muralhas. Quando eu estava bem próximo da
muralha um dos fantasmas se aproximou.
Não tive outra opção.
Segurei no chapéu e deslizei em direção a passagem que
buregard abrira. Um pequeno cano com
espaço apenas para um homem deslizei por ele.
Atrás de mim apenas os urros enraivecidos do Fantasma
enganado....
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